Da história do Super Jeca e sua filosofia

Creio que era noite, mas a nossa memória, a vivacidade das palavras, dos fatos e dos momentos nos pregava peça… era dia!

Quem éramos/somos nós?

Estudantes, pesquisadores jovens, incomodados, perturbados com o ao redor, pensadores pensativos… éramos mentes abertas recebendo estímulos do mundo, tudo que se afirmava então de natureza perceptível pelos sentidos, e assim o era, era por nós apropriado. Éramos o próprio mundo pensando sobre ele.

O Super Jeca é simples e simples é sua forma de ver o mundo. Simples não é desprovido de rigor, de critérios, de exigência… mas dispensa a vaidade, a doutrinação, a dominação e a opressão. O Super Jeca vive em consonância com seu meio e eternamente incomodado com este, de modo que seu ato de bravura e de radicalização seja a transformação. Reconhece-se no mundo e, como parte viva dele, sente suas dores e canta seus louvores.

Não se identifica um Super Jeca pela casca. É preciso confrontá-lo, desafiá-lo, pô-lo a falar!

Assim somos nós… andando com cuidado pelas palavras dos sábios eruditos e pondo em questionamento nossas concepções… reconhecendo-as como mutáveis, não-neutras, balizadoras nas ações…

Somos quem queremos ser, assumimos o que queremos assumir, refletimos sobre o que queremos refletir, falamos o que queremos falar e nos responsabilizamos por tudo isso! Querer não é poder, mas é a propulsão para tal!

Seja paulista, sul-matogrossense, baiano, goiano, branco, preto, amarelo, solteiro, amigado, homem, mulher, goste de feijoada e/ou de petit gâteau, fale, além do bom português, inglês, russo ou aramaico… esteja rotulado como estiver.. a pátria do Super Jeca é o solo que ele pisa e a bandeira que vê-se hasteada na sombra do seu corpo no chão. É brasileiro e é um jeca!

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